quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Em São Paulo, estudantes pintam paredes de escola em trote universitário


Em algumas faculdades do país, os estudantes veteranos preferem aplicar outro tipo de trote. No lugar de violências e humilhações, os calouros são "forçados" a prestar serviços comunitários. Na Faculdade de Odontologia de Bauru (interior de São Paulo), vinculada à USP (Universidade de São Paulo), os alunos do primeiro período de odontologia e fonoaudiologia foram pintar as paredes de uma escola infantil.

Quarenta estudantes universitários usaram pincéis, rolos de pintura e lixas para reformar as paredes da Escola Municipal de Educação Infantil Maria Rosa da Conceição. É a terceira edição de um projeto promovido pela faculdade que visa substituir o trote violento por ações solidárias.

Enquanto isso, sete alunos veteranos acusados de jogar líquido corrosivo em calouros do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb), em São Paulo, não compareceram ao depoimento marcado para esta última quarta-feira. No trote, sete pessoas sofreram queimaduras.

Em Fernandópolis (também em São Paulo), onde um aluno foi obrigado a beber álcool combustível e teve as roupas rasgadas, a polícia indiciou os alunos do quinto ano da Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo) envolvidos no trote por lesão corporal leve, injúria e constrangimento.

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